”A tecnologia deverá provocar uma revolução na subscrição de riscos dos veículos, que hoje consideram idade, sexo, tempo de habilitação, infrações de trânsito e histórico de acidentes do motorista”
Henrique Motta, membro da AIDA Brasil e advogado da Motta, Soito e Sousa Advocacia.
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Fonte: Revista da ACONSEG RJ, nº 24 – Novembro de 2016.