Por Ana Paula Oriola De Raeffray, Martin Roberto Glogowsky
Riscos crescentes, transparência ampliada e maior responsabilidade fiduciária
Estamos vivenciando uma transformação silenciosa, porém profunda, na forma como os fundos de pensão são geridos no Brasil e no mundo. Silenciosa porque, na superfície, a agenda parece apenas de conformidade: códigos, políticas, controles, atas, comitês. Profunda porque, na prática, ela redefine quem decide, com quais competências, sob quais incentivos, com que evidências e com quais deveres de explicação para participantes, patrocinadores, instituidores e órgãos reguladores e fiscalizadores.
Fonte: JOTA, em 20.03.2026