A Vivest registrou, em março, rentabilidade nominal de 0,68%, diante da meta atuarial de 3,11%. Dessa forma, fechou o 1º trimestre do ano com alta de 5,73%, ante a meta consolidada de 7,77% - puxada, mais uma vez, pela variação do IGP-DI, indexador dos planos de benefícios, que registrou alta de 8,26% no período.
O destaque do mês ficou por conta dos investimentos em renda variável, com alta de 4,9%, reflexo do desempenho do Ibovespa, que fechou o mês em 6%. Já no trimestre, período em que a Bolsa registrou queda de 2%, a carteira de renda variável da Vivest teve alta de 3,06%.
Os investimentos no exterior, que tiveram leve alta de 1,52% em março, fecharam o primeiro trimestre de 2021 com desempenho muito positivo, de 9,5%.
Enquanto isso, os investimentos em fundos imobiliários tiveram queda de 2,64% em março, principalmente em razão dos impactos da pandemia no desempenho dos fundos ligados a shopping centers. No trimestre, acumulam resultado negativo de 3,14%.
Resultados do trimestre

"A rentabilidade dos nossos planos sofreu, em março, o reflexo do desempenho negativo dos títulos públicos NTN-Cs 21 e 31, que compunham a nossa carteira no período”, explica o diretor de investimentos da Vivest, Jorge Simino Junior. “No resultado do trimestre, no entanto, tivemos um bom retorno, de 5,73%, apesar de não termos atingido a meta atuarial”, acrescenta o diretor.
Resultados por subplanos em março

Resultados por subplanos no trimestre

Em março, os subplanos BD e CV tiveram rentabilidade levemente superior aos subplanos BSPS. Essa diferença ocorreu em razão do desempenho negativo das NTN-Cs, que compõem a maior parte da carteira do BSPS, enquanto os outros dois subplanos têm mais alocação em NTN-Bs. De janeiro a março, o BSPS teve retorno de 6,55%, enquanto o BD, de 2%, e o CV, de 1,3%.
Planos CD
Os planos de Contribuição Definida (CD) tiveram, em março, rentabilidade média, ponderada pelo tamanho do patrimônio, de 0,6%, em razão do desempenho pouco relevante dos títulos públicos NTN-Bs, que compõem essas carteiras. A rentabilidade de março colaborou para fechamento do trimestre positivo em 0,28% de rentabilidade, após resultados negativos de janeiro (-0,14%) e fevereiro (-0,74%).
Plano CD II da Enel
Já o plano CD II da Enel, cujo patrimônio chegou a R$ 3,2 bilhões em razão da migração de recursos do PSAP/Eletropaulo, registrou rentabilidade de 7,38% no acumulado do primeiro trimestre. Em março, teve retorno de 1%.
É importante lembrar que o valor acumulado do patrimônio também reflete no retorno dos investimentos realizados: quanto maior o valor acumulado, melhor pode ser o desempenho, devido à maior possibilidade de diversificação da carteira. Em razão dessa diferença de valor de patrimônio em relação aos outros planos CD, divulgamos a rentabilidade do CD II da Enel separadamente.
Os resultados aqui apresentados são consolidados e podem variar de acordo com cada plano. Seguindo a política de total transparência com nossos participantes, disponibilizamos a rentabilidade mensal do plano de cada patrocinadora. Para acompanhar a rentabilidade do seu plano, acesse aqui.
Fonte: Vivest, em 04.05.2021