Por Cláudia Collucci
À frente da maior operadora de planos de saúde no país, a Amil, o oftalmologista Claudio Lottenberg, 57, defende novas regras para os planos, incluindo a que permite que idosos tenham reajuste maiores nas mensalidades.
"Vivíamos 40 anos e agora passamos para 80. Alguém precisa pagar essa conta", diz ele, que preside há um ano a operação brasileira do grupo UnitedHealth Group, que controla a Amil. Sob o seu guarda-chuva está também o Americas Serviços Médicos, que congrega 34 hospitais.
Para ele, há muito desperdício no sistema de saúde por fraudes, falta de informações e processos. "Tem uma avenida para se trabalhar antes de falar que falta dinheiro."
O médico, diz ele, está perdendo a credibilidade porque está se deixando levar por um "modelo compensatório ruim". "Pode ser que seja uma profissão que já pagou mais no passado e pode ser que vai pagar cada vez menos."
Leia aqui a matéria na íntegra.
Fonte: Folha de S. Paulo, em 09.10.2017.