A percepção do Comitê de Acompanhamento Macroeconômico da Anbima, formado por 26 economistas, é de que o atual cenário aponta para uma melhora no balanço de riscos inflacionários, decorrente da desaceleração dos preços dos segmentos de alimentação e serviços. Por outro lado, aumentaram as dúvidas dos analistas em relação à recuperação do nível de atividade no curto prazo, refletidas na piora das previsões do PIB, sobretudo as do terceiro trimestre. Com relação à inflação, os executivos acreditam que o ano terminará acima da meta do Banco Central, no patamar de 7%. Para 2017, a previsão é positiva, com o IPCA apresentando uma variação anual de 4,98%. A taxa de crescimento, do PIB (Produto Interno Bruto), permanecerá negativa, em 3,2%. Em 2017 está prevista expansão de 1,5%.
Fonte: Diário dos Fundos de Pensão, em 26.10.2016.