Plano Misto:
o Plano Misto rendeu 0,15% no mês vs. 0,93% de sua meta atuarial e acumula alta de 0,38% no ano vs. 1,96% da meta. O destaque negativo do mês foi o segmento de renda variável (-5,5%), com os fundos do mandato acompanhando o movimento negativo do índice Ibovespa, além de queda nas ações da Celesc. No segmento de renda fixa, desempenho negativo dos títulos públicos NTN-C, com rentabilidade de 0,4% em função do índice de inflação IGP-M negativo no mês, com grande influência ao plano, por corresponder a quase R$ 550 milhões.
O segmento de empréstimos também apresentou retorno negativo (-1,6%), pelo aumento no valor das provisões da carteira devido a nova metodologia implementada para atendimento da resolução Previc nº 18/2022. A contribuição positiva no mês veio dos títulos públicos NTN-B, com +0,97% nos marcados na curva e +1,23% nos marcados a mercado, e, apesar da queda nos mercados globais, do segmento exterior com +0,9% devido à valorização cambial do dólar frente ao real.
Por fim, tanto o segmento estruturado como o imobiliário rentabilizaram +0,3%. As OFNDs, que seguem o índice IPCA-15, fecharam com 0,8% e, por fim, o contrato reserva teve alta de 1%.
Plano Transitório:
o Plano Transitório rendeu 0,67% no mês vs. 0,93% de sua meta atuarial e acumula alta de 1,64% no ano vs. 1,95% da meta. O destaque negativo do mês foi o segmento de renda variável (-4,3%), com os fundos do mandato acompanhando o movimento negativo do índice Ibovespa, além de queda nas ações da Celesc.
O segmento renda fixa fechou o mês com bom resultado (+1%), destaque para os títulos públicos marcados na curva (+0,97%) e a mercado (+1,42%). No segmento estruturado (+0,63%), bom retorno dos fundos multimercado de alta volatilidade com estratégia macro e resultado um pouco mais abaixo dos fundos de média vol. Apesar da queda nos mercados globais, o segmento exterior fechou no positivo (+1%) devido à valorização cambial do dólar frente ao real.
No segmento imobiliário (-0,2%), reflexo das altas taxas de juros sobre as cotas dos fundos imobiliários. As OFNDs, que seguem o índice IPCA-15, fecharam com 0,8% e, por fim, contrato reserva e empréstimos tiveram alta de 1% e 0,4%, respectivamente.
Plano Família:
o Plano Família rendeu 0,75% no mês vs. 0,92% do CDI. A totalidade do seu patrimônio está aplicado no fundo de renda fixa DI do Santander, o qual apresentou rentabilidade de 0,81%, correspondendo a 88% do CDI. A rentabilidade deste fundo foi abaixo do CDI, reflexo na precificação negativa dos ativos de crédito privado no mercado brasileiro em função dos eventos recentes envolvendo grandes empresas como Americanas e Light.
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Fonte: Celos, em 21.03.2023.