Por Denise Bueno
O mercado segurador brasileiro entra em 2026 diante de uma transição relevante. Depois de um ciclo em que parte do crescimento esteve concentrada em segmentos específicos, o setor passa a se mover por uma combinação mais complexa de fatores: expansão dos ramos de risco, intensificação do uso de tecnologia, ganho de eficiência operacional, adaptação regulatória e desenvolvimento de produtos mais aderentes à realidade financeira de famílias e empresas. Em um ambiente ainda marcado por juros elevados, orçamento apertado e competição crescente pela renda do consumidor, o avanço tende a depender menos de impulso homogêneo e mais da capacidade de precificar melhor, distribuir com mais inteligência e ampliar a cultura de proteção em um mercado ainda subpenetrado.
Fonte: Sonho Seguro, em 23.04.2026