Por Simone Goldberg,
Operadoras focam em combate a fraudes e novas estratégias para reverter prejuízo operacional
A saúde suplementar teve prejuízo operacional de R$ 10,7 bilhões em 2022, consequência de custos assistenciais subindo mais que receitas, e manteve a tendência no primeiro trimestre de 2023. As operadoras tiveram perdas operacionais de R$ 1,7 bilhão nos primeiros três meses do ano, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Essa performance negativa foi compensada pela alta rentabilidade das aplicações financeiras, levando a um resultado líquido de R$ 620,6 milhões.
Fonte: Valor Econômico, em 29.08.2023