Por Anderson Nascimento
Quando pensamos em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), é comum que a imagem que nos venha à mente seja a de um ambiente altamente tecnológico, reservado aos pacientes mais graves e cercado de inúmeras restrições. Durante décadas, esse modelo foi marcado por horários rígidos de visita e pela separação entre pacientes e seus familiares. Mas a medicina tem nos mostrado de forma reiterada que cuidar também é reconhecer que vínculos de afeto também fazem parte do processo terapêutico.
Fonte: Medicina S/A, em 10.08.2026