Por Ana Paula Cardoso
Denísio Liberato, diretor de participações da Previ, conta que usa critério de integridade para escolha de investimentos
Para Denísio Liberato, diretor de participações da Previ, o fundo de pensão do Banco do Brasil, a perenidade dos investimentos financeiros depende cada vez mais da escolha de empresas cumpridoras da Agenda ASG, que engloba ambiental, social e governança. “Em nossos critérios para definir em quais empresas investir, acrescentamos a letra I à sigla ASG. O I é de integridade”, contou Denísio.
Como uma das signatárias da iniciativa internacional Princípios para o Investimento Responsável (PRI), a Previ tem privilegiado em sua carteira de investimentos as empresas que buscam o mais alto nível de práticas de governança corporativa. Com 117 anos, a Previ é um dos maiores fundos de pensão do mundo, responsável por uma gestão de cerca de R$ 200 bilhões em recursos
E tem uma perspectiva de pagar benefícios para as gerações futuras por mais um longuíssimo prazo. Por isso, na hora de escolher os investimentos, o fundo de pensão privilegia as empresas comprometidas com a inclusão. “Um conselho de administração pouco diverso é um risco absurdo para a empresa, risco de perder a longevidade”, disse o diretor de participações da Previ.
Em entrevista ao Blog do IBGC, Denísio falou de responsabilidade social de empresas, das melhores práticas de governança corporativa e de diversidade. Temas caros ao instituto e que fazem parte das diretrizes da Agenda Positiva de Governança, lançada em novembro pelo IBGC.
Fonte: IBGC, em 12.02.2021