Consumir, poupar, investir, endividar-se são exemplos de comportamentos econômicos realizados por seres racionais, porém, por vezes, a interferência de “atalhos mentais” e “armadilhas emocionais” resultam em escolhas equivocadas que desconsideram os reflexos ao longo prazo. Mas afinal por que decisões que são tão importantes, como a promessa de gastar menos, economizar mais, começar a contribuir para a Previdência Complementar ou, fazer aquele aporte, são adiadas?
No curso que acontecerá no dia 28 de agosto de 2018, em São Paulo, com a especialista Luciane Fagundes, será possível entender como este e outros comportamentos relacionados à psicologia econômica podem ser tão prejudiciais para o planejamento financeiro e quais soluções podem auxiliar a conscientização dos participantes e trazer conhecimentos que possam aumentar a efetividade dos programas de educação financeira e previdenciária.
Confira aqui a entrevista dada à TV Abrapp no 38º Congresso da Previdência Complementar Fechada, e entenda um pouco mais sobre esta questão tão importante para o sistema.
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Fonte: Acontece Abrapp, em 22.08.2018.