Por Equipe InfoMoney
Perdas ainda são contabilizadas, mas empresas já deram alguns sinais sobre impactos nos números; resseguradora IRB é a mais afetada
A tragédia climática com as fortes chuvas no Rio Grande do Sul ceifou vidas e destruiu boa parte da infraestrutura e dos bens de grande parte da população do estado, lançando luz também para os efeitos em um dos setores mais afetados com ações listadas em Bolsa: o de seguros.
De acordo com Dyogo Oliveira, presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), os pedidos de indenização referentes à tragédia climática no Rio Grande do Sul já ultrapassam R$ 1,6 bilhão, e o valor deve aumentar “consideravelmente” nas próximas semanas. “Valores de sinistros e indenizações devem crescer muito nas próximas semanas”, afirmou Oliveira em evento do setor nesta sexta-feira (24), destacando que mais de 23 mil sinistros já foram avisados em razão dos estragos em decorrência das enchentes que devastaram o Estado nas últimas semanas, afetando mais de 2,3 milhões de pessoas em 469 dos 497 municípios gaúchos.
Fonte: InfoMoney, em 24.05.2024