Ninguém duvida que a telemedicina ajudou a evitar o colapso da saúde no Brasil. A idosa Regina, paulista de 89 anos, há três anos adotou a tele consulta e pretende continuar. Da mesma forma que a gauchinha Sophia, de oito anos, que após ter experimentado aulas remotas, mesmo em férias na praia, não tem nenhuma dificuldade de manter as seções de terapia. E até a dona Irene, carioca da gema, diz que, aos 78 anos, trata a alma e o coração assistindo remotamente missas nos horários de sua preferência pelo celular ou computador e que não tem restrições à telemedicina, embora prefira uma boa conversa, frente a frente, com o seu médico.
Fonte: Trends CE
Fonte: Abramge, em 30.01.2023