Por Joana Oliveira
Nos últimos dois anos, valor gasto pelos planos no atendimento de pacientes com TEA e TGD aumentou 74% e já supera tratamentos de câncer
Musicoterapia, equoterapia, cromoterapia, terapias com ozônio e mais. A lista de tratamentos para pacientes que têm Transtorno do Espectro Autista (TEA) é ampla e cresceu ainda mais depois que, em julho de 2022, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) tornou a cobertura de sessões obrigatória e ilimitada. Isso provocou um aumento da procura por tratamentos e, consequentemente, a pressão sobre os planos privados de saúde.
O aumento do diagnóstico de autismo no Brasil e no mundo, o desenvolvimento das terapias de tratamento e a crise do sistema de saúde suplementar pós-pandemia deram ao tema um destaque inédito – com dados recentes e argumentos importantes dos dois lados para serem objetos de reflexão.
Fonte: JOTA, em 24.01.2024