Por Guilherme Guerra e Bruna Arimathea
Digitalização, consumidor mais sensível e agenda de modernização estão entre os principais fatores para o avanço do setor de ‘insurtechs’ nos últimos meses
Durante a pandemia, startups de diversos segmentos foram impulsionadas: logística, comércio eletrônico, educação e saúde são alguns deles. Menos badaladas, porém, as startups de seguro (conhecidas como “insurtechs”) também surfaram na onda e ganharam espaço no último ano.
O crescimento durante a pandemia veio por duas razões: empresas e consumidores acostumaram-se com a ideia de procurar e contratar serviços de forma totalmente digital, dispensando a necessidade de presença física. Além disso, da parte das pessoas, cresceu a preocupação com “o amanhã”. Houve aumento na procura por seguros de automóveis, de residências e de vida – representantes do setor afirmam que houve “boom” nessa última categoria.
“As pessoas procuraram mais por esse produto na pandemia. O seguro de vida é um seguro de morte porque só vai ser acionado no dia em que o cliente morrer. Mas é um seguro de família porque quem contrata pensa em como os parentes ficariam sem a pessoa”, explica o presidente executivo da ThinkSeg, André Gregori.
Fonte: O Estado de S. Paulo, em 30.06.2021