Por Priscila Mengue e Paula Felix
Fornecimento cresceu 662% entre 2015 e 2019 na cidade de São Paulo; pacientes usam medicamentos para tratar gastrite, ansiedade e outros problemas
O potencial de plantas no tratamento de doenças e sintomas tem ganhado reconhecimento na área de saúde, fazendo delas aliadas da medicina convencional. Industrializadas ou manipuladas e em formatos que vão de cápsula a comprimido e gel, ganhando o nome de fitoterápicos, 12 plantas estão entre os 184 medicamentos indicados em programas de atenção primária do Ministério da Saúde.
Na cidade de São Paulo, o fornecimento de fitoterápicos cresceu 662% no ano de 2019 em relação a 2015. Desde 2006, o Brasil tem a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PNPMF), que prevê a oferta de plantas in natura ou secas e de fitoterápicos, além de criação de hortas municipais de plantas medicinais. O ministério também instituiu, em 2010, o programa Farmácia Viva, que compreende o cultivo de plantas medicinais a fim de serem distribuídas ou preparadas como fitoterápicos.
Fonte: O Estado de S. Paulo, em 20.01.2020