Destaques
- Em 2021, as despesas de consumo final com saúde no Brasil somaram R$ 872,7 bilhões, o que corresponde a 9,7% do PIB. No ano anterior, os gastos com saúde totalizaram R$ 769,0 bilhões, o equivalente a 10,1% do PIB.
- Em 2020, tanto o consumo de bens e serviços de saúde quanto não saúde foram impactados pela pandemia e tiveram retração de 4,4% em volume. Já em 2021, o consumo de bens e serviços de saúde teve expansão de 10,3%, enquanto o de bens e serviços não saúde aumentou 2,3%.
- Os serviços de saúde privados foram o principal destino dos gastos com saúde das famílias, respondendo por 63,7% (R$ 318,1 bilhões) do total desses gastos em 2021. Já o gasto com medicamentos respondia por 33,7% (R$ 168,3 bilhões) desse total.
- Em relação ao valor adicionado bruto, ou seja, o quanto a atividade contribuiu para o PIB, o setor saúde caiu 3,9% em 2020, enquanto as demais atividades recuaram 3,1%. Em 2021, o valor adicionado das atividades relacionadas à saúde cresceu 7,4%, e das atividades não saúde, 4,3%.
- Em 2021 o valor adicionado bruto das atividades de saúde foi de R$ 593,1 bilhões e correspondia a 7,7% do total da economia. Em 2010 as atividades de saúde respondiam por 6,1% do valor adicionado bruto total da economia.
- As atividades relacionadas à saúde ganharam participação no total de postos de trabalho no país, passando de 5,3% das ocupações, em 2010 (5,2 milhões), para 8,0% em 2021 (8,4 milhões). Já as remunerações do setor de saúde totalizaram R$ 372,3 bilhões e correspondiam a 10,5% do total da economia em 2021.
Fonte: IBGE, em 05.04.2024