Por Carolina Maingué Pires
Proposta é reunir prontuários e conceder acesso apenas ao paciente; ‘open health’ gera discussões sobre ‘seleção’ de usuários e temor de vazamento de dados
Quando o então ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, falou pela primeira vez no tal do open health, no fim do governo de Jair Bolsonaro, instaurou-se uma polêmica. A proposta tinha por objetivo o compartilhamento irrestrito de dados entre as redes pública e privada de saúde, e foi criticada por alguns setores devido a preocupações envolvendo privacidade e seleção de risco. A imprensa noticiou que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) já estava embarcando na ideia, mas o Broadcast escutou de três funcionários da agência que não é bem assim. O que existe é uma iniciativa que reúne prontuários do SUS e da saúde complementar para que o próprio paciente acesse as informações de forma integrada, o que deve ficar pronto ainda este ano.
Fonte: Estadão, em 02.10.2024