Mesmo simplificadas, listas são sempre interessantes.
A publicação “Insurance Networking News” está divulgando o texto “13 Emerging Techs: How Insurers Are Progressing”.
Ou seja, 13 novas tecnologias (muitas delas em caráter bastante inicial), e como o mercado segurador está (e estará) enfrentando essa situação.
Abaixo a relação, com uma análise rápida:
1) Internet das Coisas, “Internet of Things” (IoT). Maior crescimento em seguros de ramos elementares.
2) Drones. 6% das seguradoras já utilizam essa tecnologia, de alguma forma.
3) Veículos sem motorista. Em uma década, os seus efeitos já serão sentidos no setor de seguros.
4) Novas formas de pagamento (tipo “bitcoins”). Em cinco anos, o setor de seguros já estará utilizando.
5) “Wearable device”. Dispositivos tecnológicos que o usuário veste, como pulseiras ou relógios. Terá um crescimento rápido no setor de seguros.
6) “Gamification”. Mecanismos lúdicos que aumentem a interação com a empresa. Pode ter um crescimento mais lento no setor de seguros.
7) Inteligência Artificial. Será usado inicialmente nos processos internos das empresas, antes de vir ao público.
8) Web Semântica. Modelo sofisticado de internet, que irá facilitar a busca e análise das informações. Para o futuro apenas, talvez uns 10 anos.
9) Blockchain. Tecnologia a ser usada na troca de informações da empresa. Efeito interno.
10) Biotecnologia e estudo de genomas. A ser usado sobretudo em seguro de vida.
11) Impressão 3D. A ser usado na área médica ou na reposição de bens. Usado na liquidação de sinistros.
12) Robótica avançada. Útil em trabalhos mais perigosos. Isso poderá afetas os riscos desses processos.
13) Realidade Virtual. A ser usada em regulação ou gerenciamento de riscos, por exemplo.
Fonte: Francisco Galiza/Rating de Seguros, em 18.09.2016.