Por Jorge Wahl

A comunicação, seja com a sociedade ou os já participantes das entidades, é cada vez mais uma prioridade para a Abrapp e a Previc, a ponto de figurar como maior destaque no planejamento para 2026.
E os fatos confirmam. Perto do final do ano passado, com as lideranças do setor já partilhando dessa convicção, a UniAbrapp promoveu pela primeira vez um curso destinado a fazer a mídia entender melhor o que é e como funciona o segmento. Foi um sucesso, com nada menos de 185 jornalistas inscritos.
Falar para dentro, claro, é especialmente importante, considerando a exigência de um atendimento de crescente qualidade ao participante, tendo como fundamentos a melhor governança e máxima transparência. Perfeitamente nessa linha a UniAbrapp realizará o curso “Desenhando a Jornada dos Participantes das EFPC”, iniciando nesta terça-feira, 3 de fevereiro e se estendendo até quarta-feira, dia 4 de fevereiro, em formato online e ao vivo, das 13h30 às 17h30.
Nesses dias em que o participante vai se tornando um cliente mais exigente, o curso tem a proposta de ensinar aos alunos a identificar demandas reais e transformar tais insights em oportunidades de melhoria para o relacionamento com essa sua clientela antes mais passiva e agora capaz de cobrar. Ainda restam poucas vagas e inscrições podem ser feitas em Desenhando a Jornada dos Participantes das EFPC | UniAbrapp.
E todas essas ações na comunicação vão trazendo os objetivos buscados para mais perto. A demanda por inscrições no curso da UniAbrapp mostra o interesse, ao mesmo tempo em que a abertura do segmento para a mídia já começa a surtir efeito.
Exemplo: Ao noticiar no último domingo, 1º de fevereiro, no telejornal das 20 horas da CNN, o fato de entidades de previdência terem investido altas somas no problemático Banco Master, o jornalista Fernando Nakagawa identificou tais potenciais perdedores como fundos de pensão. Mas fez isso explicitando tratar-se no caso da previdência voltada para servidores públicos, os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS).
Como o termo “fundos de pensão” é frequentemente utilizado pela mídia de forma genérica, englobando entidades de diferentes regimes, essa diferenciação é importante e está alinhada à defesa que a Abrapp vem fazendo sobre a necessidade de esclarecer ao público as distinções entre as EFPC e os RPPS.
O fundamental, completou o jornalista, é que em qualquer caso se evite a interferência política, prevalecendo a qualificação técnica e profissionalismo, de um lado, e a supervisão e fiscalização, de outro.
Fonte: Abrapp em Foco, em 02.02.2026.