Por Glauce Cavalcanti / Ione Luques
Para especialistas, os empregadores, que são responsáveis por 67% do mercado, são peça-chave na discussão
A união dos diversos segmentos que participam do setor de saúde suplementar aparece como o único caminho para que o Brasil consiga adotar um modelo de financiamento sustentável para esse segmento. A solução não depende apenas de um consenso desse mercado — que inclui empresas de saúde, a agência reguladora, os prestadores de serviços, médicos, clínicas e hospitais — e tampouco se resume a discutir custos. É preciso incluir consumidores e empregadores no processo e transferir o foco do debate para a qualidade assistencial, defendem especialistas.
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Fonte: O Globo, em 18.10.2017.