O aumento de micro e pequenas empresas, devido à crise no mercado de trabalho, abre espaço para o segmento, que deve diversificar produtos e focar mais nas necessidades desses negócios
Com mais de 1,3 mil vagas fechadas em 2016 e índice de desemprego a 11,9%, o chamado “empreendedorismo de necessidade” ganhou a atenção das seguradoras.
Segundo dados da Serasa Experian, de janeiro a outubro do ano passado, 1,7 milhão de empresas foram criadas – número recorde para o período desde 2010. Desse total, 78,9% (1,34 milhão) foram de Micro Empreendedores Individuais (MEIs).
“Não há dúvida de que há uma demanda muito grande por seguros direcionados aos pequenos e médios empreendedores e, em momentos de dificuldade econômica, esse mercado precisa reforçar sua atuação”, identifica Felipe Smith, diretor executivo de produtos pessoa jurídica da Tokio Marine.
O executivo ainda destaca que, frente à geração de 77% dos empregos do País e com a perspectiva de que apenas 30% têm seguro empresarial, o segmento “é relevante” e precisa de atenção.
Dados da última pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), os pequenos negócios representam 27% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
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Fonte: DCI, em 30.01.2017.