Por Gustavo Rossetti Viana
Eventos extremos aceleram uso de dados, inteligência artificial e seguros paramétricos para antecipar riscos e reduzir perdas
A intensificação dos eventos climáticos extremos, que tiveram como marco as enchentes históricas no Rio Grande do Sul em maio de 2024, ampliou o debate sobre a importância dos seguros como ferramenta de proteção financeira e reconstrução. A tragédia, que causou 185 mortes e atingiu 478 municípios, não apenas gerou um alto volume de indenizações (mais de R$ 6 bilhões), mas também forçou uma reavaliação dos modelos de risco, precificação e conscientização sobre a proteção contra desastres naturais.
Fonte: Valor Econômico, em 15.05.2026