Tragédia tem o potencial de produzir a maior reivindicação de seguro marítimo da história, superando o acidente com o cruzeiro Costa Concordia em 2012, que custou cerca de US$ 1,5 bilhão
As seguradoras deveriam agir rápido e pagar pelo colapso da ponte de Baltimore, em vez de esperar anos de disputas sobre qual parte do setor é responsável, afirmou John Neal, diretor-executivo do Lloyd's de Londres, um dos maiores mercados de seguros do mundo, em entrevista ao “Financial Times” (FT).
Segundo Neal, a colisão de um navio cargueiro com a ponte Francis Scott Key no início da semana tem o potencial de produzir a maior reivindicação de seguro marítimo da história, superando o acidente com o cruzeiro Costa Concordia em 2012, que custou cerca de US$ 1,5 bilhão.
Fonte: Valor Econômico, em 28.03.2024