Por Beatriz Rocha
Vinicius Albernaz, sócio responsável pela seguradora da Vinci Compass, avalia que indústria “ganha pouco” com tributação, mas tende a se reacomodar
A captação líquida dos planos de previdência privada, que corresponde aos aportes menos as retiradas, desacelerou nos sete primeiros meses de 2026 em relação ao mesmo período do ano passado, em meio aos efeitos da cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre aportes elevados. Para Vinicius Albernaz, sócio responsável pela Mio, seguradora da Vinci Compass, o momento é desafiador para a indústria, mas o impacto tende a ser limitado no longo prazo.
A aplicação de IOF sobre planos Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) foi instituída em junho de 2025. Atualmente, o tributo incide sobre aportes acima de R$ 600 mil por ano, mesmo que distribuídos entre diferentes seguradoras.
Fonte: Estadão/e | investidor, em 21.09.2026