O mês de novembro foi marcado por forte desvalorização de um elevado espectro de classe de ativos financeiros. Nesse cenário o Sebrae Previdência foi o grande destaque e apresentou resultado consolidado bruto positivo de 0,03%, enquanto o Ibovespa registrou queda de -3,06%, IFIX: - 4,15%, IMAB: - 0,79%; IRFM: - 0,66% e IHFA (Índice de fundos Multimercados): -1,52%. No segmento dos fundos de previdência abertos, oferecidos por bancos e seguradoras o desempenho médio foi de -1,18%. Dessa maneira o Sebrae Previdência praticamente consolidou sua performance bem acima da média do mercado no ano de 2022. No acumulado do ano, até novembro de 2022, o resultado consolidado do Sebrae Previdência é de 10,51%, enquanto a média da previdência privada aberta foi de 8,66%, no segmento de previdência privada fechada (fundos de pensão) – Planos CD o resultado foi de 7,85%.
A economia global seguiu perdendo dinamismo, no mês de novembro, apesar de indicadores mostrarem sinais mistos. Pelo lado positivo, diversos indicadores sugerem normalização das cadeias de produção, melhorando o lado da oferta da economia e reduzindo a pressão nos preços. Contudo, o mercado de trabalho ainda segue pressionado nos Estuados Unidos, sugerindo que as pressões inflacionárias não serão reduzidas no curto prazo com intensidade suficiente para permitir um afrouxamento da política monetária, que poderia amenizar o risco de uma desaceleração econômico mais acentuada.
No Brasil, a definição das eleições trouxe o foco do mercado para os riscos da política fiscal do novo governo. Os ativos domésticos tiveram uma performance negativa em relação ao resto do mundo. Nesse cenário as curvas de juros voltaram a abrir e sinalizam que o aperto monetário no Brasil deve durar mais tempo. Como resultado, o Ibovespa caiu mais de 3% em novembro, após subir quatro meses consecutivos, na contramão dos mercados americanos que tiveram alta.
Abaixo também apresentamos uma tabela com o rendimento de alguns títulos públicos de renda fixa no acumulado do ano de 2022. Com pode ser observado essa classe de ativo, considerada como de baixo risco, também apresentou performance bastante negativa. Os títulos mais longos de renda fixa indexados ao índice de inflação apresentaram resultado negativo de -17,23%.
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Com toda essa nova dinâmica, já no início do mês de novembro voltamos a reduzir nossas posições risco em todas as carteiras. Aumentamos as proteções via derivativos na Bolsa brasileira, reduzimos os prazos médios da carteira de renda fixa, reduzimos as posições aplicadas na curva de juros e aproveitamos para reduzir as exposições nos fundos multimercados. Essa postura contribui para mitigar os efeitos mais adversos do mês, e o resultado da carteira de investimento do Sebrae Previdência acabou se destacando consideravelmente, nesse cenário.
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A tabela acima demonstra a comparação entre a performance média dos fundos de previdência fechados (fundos de pensão) em comparação aos perfis de investimentos do Sebrae Previdência (Estudo Aditus). Todos os nossos perfis de investimentos superam a médias de resultado dos perfis de investimentos dos fundos de previdência fechado no mercado nos períodos mensal, ano e acumulado 12 meses. O destaque é para o perfil conservador que apresenta no acumulado de 12 meses o retorno de 13.17%. Com esse resultado superamos o CDI, IBOVESPA, IFIX, IMAB, IRFM, Bolsa americana (S&500).
Estudo recente com base no mês de outubro, elaborado pela Consultoria de Investimentos Aditus demostra que o Sebrae Previdência foi destaque não somente com relação ao resultado nominal dos seus perfis de investimentos, mas bem como na relação risco x retorno. Isso quer dizer que obtivemos os maiores retornos possíveis dado o nível de risco assumido nas carteiras. Estamos posicionados no melhor quadrante da relação risco x retorno de todas as carteiras, abaixo:

Fonte: Sebrae Previdência, em 22.12.2022.