Por Antônio Britto
Fornecedores fortes, operadoras saudáveis, contratantes atentos, pacientes mais satisfeitos e judicializando menos
Um início de ano agitado para o setor de saúde suplementar. Troca-se o ministro da área. Indica-se um novo presidente para a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), mas a votação do nome depende dos misteriosos processos de negociação do Senado.
O Judiciário, também sem pressa, examina ações que pretendem suspender ou conceder prazos maiores para o debate sobre reformas nos planos de saúde. Na Câmara dos Deputados, o mesmo tema das reformas precisa de um mínimo de consenso para avançar. E esperar por qualquer consenso em saúde suplementar é, como se sabe, um risco elevadíssimo.
Fonte: JOTA, em 25.03.2025