Por Rogério Scarabel
Avaliar os custos e benefícios de uma nova tecnologia é papel da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Além de garantir a segurança e eficiência da incorporação, ela também tem o dever de manter o equilíbrio e a sustentabilidade do setor.
Tais inovações requerem altos investimentos e impactam no valor repassado para o beneficiário. Por essa razão, a análise sobre incorporar ou não uma nova tecnologia deve ter como enfoque a jornada do indivíduo, desde o diagnóstico até o tratamento – assegurando seu bem-estar – e envolver todos os agentes do ecossistema com um único objetivo: melhorar o acesso de forma prática, adequada e dentro de uma boa gestão.
Fonte: Medicina S/A, em 29.09.2022