Em função do seu crescimento consistente e acelerado, bem como da possibilidade de acesso a dados pessoais sensíveis, o setor de saúde tem sido um dos principais alvos dos cibercriminosos. Esse cenário tem forçado a necessidade de aperfeiçoamento da postura de segurança de informações, de forma a preparar melhor as organizações para minimizar as vulnerabilidades dos ambientes de TI, o que inclui o cuidado com a gestão de acessos e os backups, dentre outros domínios.
Realizar as adequações para acompanhar a expansão nem sempre é trivial, pois estamos falando de serviços de alta disponibilidade, cujas ações que demandem uma parada ou operação em contingência precisam ser muito bem planejadas. Além disso, as fontes e as superfícies de ataques são as mais diversas, sobretudo com a massiva adoção do trabalho remoto, que possibilitou aos cibercriminosos dar mais foco a ações que envolvem engenharia social e redes domésticas, ou seja, fogem do escopo de proteção das empresas.
Fonte: Saúde Business, em 19.11.2021