A Sami, operadora de saúde de São Paulo, e a BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, acabam de implementar a integração de sistemas usando padrões internacionais específicos, para troca de dados de saúde. O modelo permite o intercâmbio do histórico médico do paciente em tempo real, mediante autorização dele, com segurança de dados respaldada pelo barramento exclusivo para esse tipo de tráfego, o norte-americano HL7 FHIR (Fast Healthcare Interoperability Resources), que mantém terminologias clínicas e garante a conformidade, sigilo, integridade das informações, além de prevenir fraudes e vazamentos.
De acordo com o médico Vitor Asseituno, presidente da Sami, essa troca de dados e o fácil acesso de ambas as instituições é tendência no setor – praticada em outros países como Estados Unidos -, e vai permitir o avanço da inteligência na área da saúde ao viabilizar análises estratégicas de protocolos e acompanhamento de quadros clínicos, bem como a descoberta de novos tratamentos.
Fonte: Medicina S/A, em 22.03.2022