Apesar da alta volatilidade causada pela maior crise da história, o retorno consolidado da Fundação permanece positivo, em 0,44% no ano.
Setembro foi marcado pela preocupação com a temida segunda onda de contaminação pela Covid-19 na Europa e pela flutuação das bolsas mundias causadas pela disputa eleitoral, entre Biden e Trump, na maior economia do mundo, os EUA.
No Brasil, dias de instabilidade foram motivados pela forte resposta do mercado ao possível furo do teto de gastos pelo governo. Essa preocupação é legítima e retrata a possibilidade do país não honrar dívidas e, assim, aumentar sua carga tributária, causando um impacto de longo prazo do país.
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Fonte: Sabesprev, em 28.10.2020