
No mês de junho, eventos políticos influenciaram os mercados financeiros globais. Com destaque para o primeiro debate do ciclo eleitoral nos Estados Unidos, a inesperada convocação de eleições na França e a disposição do governo brasileiro em implementar medidas fiscais.
Na Europa, a convocação de eleições na França pelo presidente Emmanuel Macron trouxe a possibilidade da formação de um novo governo menos moderado gerando preocupações sobre a relação com a União Europeia. No entanto, conforme sinalizado anteriormente, o Banco Central Europeu (BCE) confirmou seu primeiro corte de juros na reunião de junho, buscando estimular a economia em meio às incertezas políticas.
Nos Estados Unidos, o desempenho fraco do candidato democrata no primeiro debate eleitoral aumentou as chances de vitória de Donald Trump e levantou dúvidas sobre a continuidade de Joe Biden como candidato. No campo econômico, os dados do mercado de trabalho e de consumo indicaram um cenário de desaceleração da economia enquanto as leituras de inflação foram positivas. Com isso, o Banco Central americano (FED) manteve sua estratégia de não se comprometer com uma data específica para o início do ciclo de cortes de juros, embora o consenso de mercado sugira que isso possa começar em setembro de 2024.
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Fonte: Sabesprev, em 26.07.2024.