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Em agosto, o cenário internacional impactou o desempenho dos ativos no Brasil, com crescentes preocupações sobre uma possível recessão nos EUA gerando volatilidade nos mercados. No entanto, o discurso enfático do presidente do Banco Central Americano, durante um evento em Jackson Hole, trouxe uma nova perspectiva ao sinalizar o início do ciclo de cortes na taxa de juros em setembro. Essa sinalização contribuiu para acalmar os mercados, que reagiram de forma positiva.
Nos Estados Unidos, surgiram preocupações sobre uma desaceleração econômica, impulsionadas pelo aumento da taxa de desemprego, que atingiu seu nível mais alto em quase três anos. No entanto, as vendas no varejo permaneceram robustas, alimentando o otimismo no mercado. Paralelamente, a inflação continuou a recuar, trazendo um alívio após meses de pressões. Diante desse cenário, o Banco Central Americano indicou que pode iniciar cortes nas taxas de juros já em setembro.
Na Europa, o Reino Unido se deparou com uma alta inesperada na inflação, reacendendo especulações sobre possíveis aumentos nas taxas de juros. Em contraste, na zona do euro, a inflação desacelerou, sinalizando um alívio nas pressões inflacionárias em comparação aos meses anteriores.
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Fonte: Sabesprev, em 01.10.2024.