Em agosto, a inflação seguiu persistente ao redor do mundo, levando os bancos centrais dos Estados Unidos e Europa a endurecerem o discurso sobre a elevação de taxas de juros. As altas somam-se a outros vetores de desaceleração global.
No cenário internacional, a guerra da Ucrânia segue gerando incertezas, porém o maior foco das discussões está numa possível recessão e no combate à inflação. O discurso do presidente do Banco Central Americano, durante o simpósio de política econômica, que reuniu presidentes de bancos centrais e economistas, demonstrou preocupação com a ancoragem das expectativas e a necessidade de elevar e/ou manter a taxa de juros alta por mais tempo. Na Europa, o preço do gás natural e da eletricidade voltaram a subir. Há também temor de que a Rússia volte a diminuir ou até cancelar o fornecimento dos commodities, contribuindo para maior disseminação da inflação. Na China, o governo intensificou o anúncio de medidas visando dar sustentação ao crescimento. Por ora, ainda não há sinais de estabilização da economia.
CLIQUE AQUI PARA LER O BOLETIMFonte: Sabesprev, em 30.09.2022.