O mercado financeiro passa por mais um momento de instabilidade, enfrentando diversas dificuldades que afetam a economia como um todo.
Apesar das estratégias diversificadas de investimento, o retorno das carteiras dos Planos Previdenciários não é imune a tais comportamentos, o que explica a queda dos resultados nas últimas semanas.
A instabilidade do mercado é fruto de fatores internos e externos, como: a greve dos caminhoneiros, que produziu enormes prejuízos para a economia do país; a preocupação dos mercados com relação às eleições 2018, uma vez que os candidatos que estão despontando são vistos como não comprometidos com o saneamento das contas públicas; o aumento da taxa de juros nos Estados Unidos, que possivelmente provocará fuga de capitais dos países emergentes como o Brasil; e o abandono do acordo nuclear com o Irã pelos Estados Unidos, que provocou o aumento do preço do petróleo, inclusive no Brasil.
Todos esses fatores afetaram o preço dos ativos de risco no mercado como: a bolsa de valores, os títulos públicos e as moedas, todos eles presentes nas carteiras de investimentos dos fundos de pensão. Em síntese, esse cenário levou os mercados a uma exacerbada aversão a risco o que fez com que buscassem se desfazer desses ativos, afetando negativamente seus preços.
Como pode ser verificado em seu histórico, na Sabesprev, esse efeito na carteira é momentâneo, visto que ela é fundamentada em retornos de longo prazo e estruturada de forma consistente. A variação negativa das cotas não representa perdas para a carteira, pois essas só ocorreriam no caso de venda dos ativos em momentos de baixa como esse, o que a Sabesprev não faz e não vai fazer.
Portanto, é importante saber que as carteiras da Sabesprev estão solidamente constituídas e que passados os momentos de turbulência, o preço dos ativos voltará aos seus patamares de fundamento e os retornos serão recuperados.
Fonte: Sabesprev, em 25.06.2018.