Por Luciano Dozól
Se existe um setor que abrange 100% das pessoas em uma sociedade, esse setor é a saúde. Todos nós, em algum momento, já precisamos contar com um profissional da saúde – seja nos atendimentos de emergência, seja nos procedimentos eletivos e de rotina.
Nesse contexto, o segmento de saúde suplementar ocupa um papel importante. Tão grande quanto a responsabilidade destas empresas com as vidas de milhares de pessoas são os desafios em torno da administração desses planos. Os planos de saúde médico-hospitalares tiveram em 2022 um prejuízo operacional de R$11,5 bilhões, o pior resultado desde 2001, quando se iniciou a série histórica feita pela ANS. A sinistralidade média do setor fechou o ano de 2022 em 88,5%, o maior patamar dos últimos treze anos.
Fonte: Medicina S/A, em 20.09.2023