Por Guilherme Meirelles
Seguradoras estão apreensivas com a chegada do fenômeno no segundo semestre, o que provoca reajustes significativos nas apólices para proteção das culturas
A chegada do fenômeno climático El Niño no início do segundo semestre causa apreensão entre as companhias que operam o seguro rural devido aos prejuízos recordes decorrentes das quebras de safra ocorridas em 2021 e 2022, período marcado pela presença das instabilidades climáticas do La Niña, que causou fortes estragos nas lavouras do Rio Grande do Sul e do Paraná. A expectativa é de que haja um aumento nas apólices referentes à safra 2023/24, segundo Joaquim Neto, presidente da comissão de seguro rural da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg). “O seguro rural está em alta e os agricultores estão contratando mais em função dos seguidos incidentes climáticos.
Fonte: Valor Econômico, em 31.07.2023