Tecnologia inspira Banco Central e Comissão de Valores Mobiliários a adotar políticas de desenvolvimento 4.0 em produtos e serviços
*Matéria extraída da Revista Transparência do Ibracon – Ed. 34 – Jun/2019
A tecnologia blockchain já é um divisor de águas para as instituições em todo o mundo. Nascida na esteira do bitcoin, a primeira das moedas virtuais, ela já vem sendo largamente adotada por diversos setores que aproveitam o potencial de suas infindáveis aplicações. As palavras a ela associadas são inovação e segurança – exatamente aquilo que o mundo moderno mais demanda, em todos os sentidos.
Nesta reportagem, a Revista Transparência conversou com especialistas em tecnologias disruptivas. Eles foram unânimes em afirmar que a adoção de blockchain é um caminho sem volta. E mais: todos apostam em sua rápida e consistente disseminação pelo mundo.
Atento às necessidades de um olhar distinto para as novas tecnologias, o Banco Central do Brasil (BCB), e outros órgãos de fiscalização do Sistema Financeiro Nacional (SFN) constataram a necessidade de uma plataforma de comunicação na tecnologia blockchain voltada à troca de informações. Nasceu assim a Plataforma de Integração de Informações das Entidades Reguladoras (Pier), desenvolvida pelo Departamento de Tecnologia da Informação (Deinf).
Inicialmente, a Pier facilita compartilhar dados com órgãos como a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). A proposta da ferramenta é servir como instrumento de troca de dados referentes a processos de autorização das instituições financeiras, abrangendo principalmente processos punitivos, de atuação de administradores do SFN e de controle societário de entidades reguladas pelo BCB.
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Fonte: Ibracon, em 10.07.2019.