No cenário internacional, fevereiro foi marcado por um ambiente com mais oscilações. Nos Estados Unidos, a inflação seguiu resistente e o mercado continuou discutindo quando os juros poderão cair com mais intensidade, enquanto as dúvidas sobre o ritmo de retorno dos investimentos ligados à inteligência artificial trouxeram mais oscilação para a Bolsa, especialmente entre empresas de tecnologia. Ao mesmo tempo, a escalada das tensões no Oriente Médio voltou a pressionar o preço do petróleo e recolocou a geopolítica no centro das atenções. Fora dos Estados Unidos, parte dos mercados desenvolvidos e emergentes teve desempenho melhor, favorecida por um movimento de diversificação global dos investimentos.
No Brasil, fevereiro foi mais um mês positivo para os ativos locais, principalmente por causa da entrada de capital estrangeiro, da valorização do real e da expectativa de início do ciclo de cortes da Selic. A Bolsa avançou 4,09% no mês, em um movimento favorecido pelo fluxo para mercados emergentes e pelo redirecionamento de parte dos recursos globais para fora dos Estados Unidos. Ainda assim, o cenário continua exigindo cautela: a prévia da inflação de fevereiro veio acima do esperado, a inflação de serviços segue como ponto de atenção e o ambiente fiscal e eleitoral continua no radar.
Resultados dos planos de previdência
As carteiras de investimentos dos planos administrados pela Fundação Libertas na modalidade de Benefício Definido (BD) apresentaram rentabilidade consolidada de 0,81% em fevereiro. Já os planos na modalidade de Contribuição Definida (CD) apresentaram rentabilidade consolidada de 0,96%.
O boletim detalhado de cada plano será disponibilizado em breve, em Investimentos > Informe Mensal de Investimentos.
Fonte: Fundação Libertas, em 30.03.2026.