No primeiro semestre de 2016, a produção de seguro direto, relativa à atividade em Portugal, das empresas de seguros sob a supervisão da ASF apresentou, em termos globais, uma diminuição de 21,8% face ao semestre homólogo de 2015 para a qual foi determinante o significativo decréscimo de 32,3% verificado em Vida. Neste contexto, importa, contudo, realçar pela positiva o crescimento de 5,6% verificado em Não Vida, para o qual contribuiu de forma signifi cativa o acréscimo de 12,7% em Acidentes de Trabalho.
No mesmo período, os custos com sinistros verificaram um ligeiro aumento de 0,1%, em resultado do decréscimo de 1% no ramo Vida e do acréscimo de 4,8% nos ramos Não Vida.
No final do primeiro semestre de 2016, o valor das carteiras de investimento das empresas de seguros totalizou 49,8 mil milhões de euros, tendo decrescido 3,6% durante este período. Na mesma data o volume de provisões técnicas ascendeu a 44,5 mil milhões de euros, correspondendo a uma redução de 2,6%.
O resultado líquido global apurado neste período foi de cerca de 99 milhões de euros.
Os rácios de cobertura do Requisito de Capital de Solvência (SCR) e do Requisito de Capital Mínimo (MCR) em junho de 2016, situaram-se em 122% e 342%, respetivamente.
Fonte: Instituto de Seguros de Portugal, em 12.09.2016.