Por Marcus Tatagiba e Dr. Leonardo de Paula
Lei fortalece as boas práticas no setor, mira problemas estruturais e históricos no Brasil: desigualdade socioeconômica, falta de acesso à saúde básica e qualificação de profissionais da medicina
De relevância e importância na mesma proporção durante a pandemia, o modelo de telemedicina ganhou status de Lei a partir do final de 2022. Embora sua história tenha cerca de 20 anos, a regulamentação dessa modalidade de atendimento ocorreu somente no final de 2022. Em linhas gerais, pode-se afirmar que a regulamentação trouxe mais segurança aos profissionais médicos e da saúde como um todo, bem como mais autonomia e flexibilidade aos pacientes. Contudo, ela também escancara injustiças que podem ser parcialmente remediadas ao passo que democratiza o acesso ao atendimento médico em regiões longínquas deste País.
De relevância e importância na mesma proporção durante a pandemia, o modelo de telemedicina ganhou status de Lei a partir do final de 2022. Embora sua história tenha cerca de 20 anos, a regulamentação dessa modalidade de atendimento ocorreu somente no final de 2022. Em linhas gerais, pode-se afirmar que a regulamentação trouxe mais segurança aos profissionais médicos e da saúde como um todo, bem como mais autonomia e flexibilidade aos pacientes. Contudo, ela também escancara injustiças que podem ser parcialmente remediadas ao passo que democratiza o acesso ao atendimento médico em regiões longínquas deste País.
Pesquisa realizada pela Anahp - Associação Nacional de Hospitais Privados, revelou que, 4 em cada 10 pessoas, apontam carências no sistema de saúde público e privado no Brasil, e 40% afirmaram ter dificuldades em fazer exames no sistema público. Dado chocante, mas realístico.
Fonte: Saúde Business, em 10.04.2023