Por Rodrigo Rodrigues de Aguiar
ANS deve aplicar instrumentos consagrados no universo corporativo
O setor de saúde suplementar é, por natureza e definição, complexo. Dentre as razões desta característica estão as seguintes: o vultoso volume de suas operações; a heterogeneidade de seus agentes; o inerente conflito entre os interesses e os objetivos envolvidos e a diversidade de sua cadeia produtiva.
A presença simultânea destes fatores conduziu o setor a uma organização fragmentada, que pratica ações redundantes, não integradas, encadeadas ou complementares, acarretando desperdícios e comprometendo sua sustentabilidade.
É neste contexto, ante a relevância socioeconômica de que se reveste a saúde suplementar para a sociedade brasileira, que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) deve exercer com plenitude o seu papel regulatório. Isso de maneira responsável, técnica, precisa e fundamentada, com o fim de estimular a adoção pelos agentes regulados de práticas que qualifiquem a prestação de assistência à saúde dos consumidores, mas não causem excessiva pressão sobre os custos — para que estes não se reflitam nos reajustes.
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Fonte: O Globo, em 26.03.2018.