Por Ocimara Balmant e Fernando Beagá
Crise vivida por operadoras e que impacta consumidores exige estratégias para enfrentar as consequências do envelhecimento da população, da chegada de tecnologias e medicamentos de alto custo e das despesas com processos judiciais
Em 2022, as operadoras de planos de saúde registraram os piores índices de sua série histórica – um prejuízo operacional de R$ 11,5 bilhões e taxa de sinistralidade (relação entre despesas com serviços médicos e receita das mensalidades) de 89,2%. Os números ameaçam a sustentabilidade do negócio, o que prejudicaria empresas e consumidores.
Fonte: O Estado de S. Paulo, em 11.10.2023