Tratamento para autismo está previsto em lei e regulado pela ANS, mas beneficiários apontam desafios, como falta de clínicas credenciadas
Os diagnósticos de pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) aumentam em todo mundo, com cerca de 70 milhões de pacientes estimados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil não é diferente: apesar de o país carecer de dados oficiais, estima-se que cerca de 5 a 6 milhões de pessoas apresentem a condição. Esse cenário tem movimentado o setor de saúde, principalmente o segmento de planos de saúde, que desde o ano passado passaram a ter que cobrir as terapias dos transtornos globais do desenvolvimento, entre os quais está incluído TEA. De um lado, há uma demanda maior por serviços ligados à condição, o que tem trazido mais pressão à sustentabilidade dos planos. De outro, as próprias operadoras buscam caminhos para aprimorar o serviço e tentar controlar melhor a demanda e a qualidade.
Fonte: Futuro da Saúde, em 30.08.2023