A diretora de Investimentos da Real Grandeza, Patrícia Queiróz, participou da edição nº 387 da Revista Investidor Institucional, publicada em 22 de junho, contribuindo para o artigo “O X da questão: É bom marcar CDs na curva?”, que reúne especialistas para discutir os efeitos da marcação na curva em planos de Contribuição Definida (CD).
No artigo, Patrícia destaca que a Resolução CNPC nº 61 autorizou os planos CD a utilizarem a marcação na curva para títulos públicos, abrindo espaço para novas estratégias de gestão de investimentos no segmento de previdência complementar.
Segundo a diretora, a redução da volatilidade das carteiras pode ser vista como uma vantagem, especialmente em um cenário como o brasileiro, em que fatores conjunturais provocam oscilações significativas nos preços dos ativos, incluindo os títulos públicos federais.
Entretanto, diferentemente dos planos BDs, cuja principal preocupação é a solvência em relação a um passivo coletivo e relativamente previsível, os planos CDs são estruturados em contas individuais, nas quais o patrimônio pertence diretamente ao participante. Nessa configuração, a transparência na mensuração do patrimônio é fundamental para assegurar tratamento equitativo entre os participantes.
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A participação de Patrícia Queiróz reforça a presença da Real Grandeza nos principais debates do setor e evidencia a contribuição técnica da Fundação para o aperfeiçoamento das práticas de gestão de investimentos na previdência complementar.
Fonte: Real Grandeza, em 23.06.2026