A respeito do noticiário sobre questões enfrentadas pela empresa Americanas S/A e de seus reflexos na Bolsa de Valores, a Real Grandeza – com base na conduta sempre transparente adotada na gestão de seus investimentos – informa a seus participantes e assistidos que há muitos meses não conta com ações ou debêntures daquela empresa (AMER3) nas suas carteiras próprias, ou naquelas sob gestão externa.
O único reflexo, ainda assim, inexpressivo, diz respeito à aplicação que a Real Grandeza mantém em um fundo de índice, que replica os papéis de todas as empresas listadas no índice Ibovespa, e que, até o dia 11.01.2023, ainda incluía ações da Americanas S/A na sua composição. Essa posição, no entanto, era praticamente residual, de apenas 0,3%, aproximadamente, do patrimônio líquido daquele fundo.
Pelas razões acima descritas, apesar de o episódio da Americanas S/A ter sido um evento relevante no mercado financeiro, seus impactos na carteira dos planos geridos pela Real Grandeza são inexpressivos.
A diligência na contratação e monitoramento dos gestores externos foi primordial para mitigar o risco de alta exposição ao ativo.
Estrategicamente, a Real Grandeza já vinha investindo na diversificação do seu portfólio, de forma a evitar a concentração em determinado segmento ou ativo.
Fonte: Real Grandeza, em 27.01.2023