"Há grande chance do downgrade provocar redução na qualidade dos serviços oferecidos e, consequentemente, aumento ainda maior na sinistralidade futura"
O ano de 2022 foi, de forma negativa, marcante para o mercado de saúde suplementar brasileiro. Registramos o primeiro resultado negativo da série histórica da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) desde 2011.
Apesar de comemorarmos o marco de atingimento dos 50 milhões de beneficiários em dezembro, as contraprestações líquidas foram menores em relação ao ano anterior, e a receita per capita das operadoras de planos de saúde (OPS) médico-hospitalares diminuiu 2,9% quando comparada a 2021 (desconsiderando operadoras odontológicas e administradoras de benefícios).
Fonte: Saúde Business, em 28.11.2023