O Open Insurance representa um avanço significativo na forma como o setor de seguros opera, marcando o início de uma nova era de transparência e personalização. A iniciativa busca empoderar os consumidores, dando a eles maior controle sobre seus próprios dados, segundo as diretrizes estabelecidas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Com o consentimento dos clientes, as informações podem ser compartilhadas entre as seguradoras, resultando em benefícios para todos os stakeholders.
Esse modelo promove uma competição saudável entre as seguradoras, estimulando a criação de produtos mais adequados às necessidades dos consumidores e fomentando novos modelos de negócios. Assim como o Open Finance está reformulando o setor bancário, o Open Insurance promete transformar o setor de seguros, alterando a dinâmica de atração e retenção de clientes.
- À medida que o Open Insurance se consolida, é essencial que as seguradoras reavaliem suas estratégias para permanecerem competitivas.
- Adaptar-se a esse novo ambiente significa não apenas sobreviver, mas também prosperar, aproveitando as oportunidades para inovar.
- Os players do mercado de seguros buscam ampliar seu alcance em 50% até 2030.
- Meta PDMS 2030: Aumentar a participação em 54% e atingir a 10% do PIB até 2030
- O Banco do Brasil usou os dados disponíveis graças ao Open Finance para ter estimativas mais precisas da capacidade de pagamento de seus clientes, aumentando, assim, seus limites de crédito.
- O Nubank passou a notificar clientes sobre dinheiro parado, permitindo uma melhor alocação de recursos. Além disso, o banco avisa quando o cliente entra no cheque especial, possibilitando a escolha entre regularizar o saldo ou reduzir as taxas.
Grandes números do Open Insurance, em 2023:
- 8,4 milhões de requisições de API abaixo do tempo – 98% de chamadas de API abaixo do tempo limite de resposta
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Fonte: PwC/CDI Comunicação, em 09.09.2024.