Por Elton Euclides Fernandes e Gabriel Schmidt
O artigo argumenta pela cobertura obrigatória da prostatectomia robótica, enfatizando benefícios clínicos comprovados e respaldo de órgãos internacionais como o NICE para justificar sua inclusão
O avanço da tecnologia médica, impulsionado pela integração de sistemas robóticos, inteligência artificial e técnicas minimamente invasivas, tem transformado os paradigmas de diagnóstico e tratamento, especialmente em áreas de alta complexidade, como a oncologia.
No contexto do câncer de próstata localizado, por exemplo, a prostatectomia radical laparoscópica assistida por robô - também chamada de prostatectomia robótica - surge como uma evolução tecnológica de grande impacto, unindo precisão cirúrgica à preservação funcional. Essa modalidade de cirurgia oferece benefícios significativos, incluindo redução de complicações perioperatórias, menor trauma tecidual e recuperação pós-operatória acelerada, respaldados por evidências crescentes de superioridade em desfechos funcionais.
Fonte: Migalhas, em 16.12.2024