Por Rafael Gregorio
Aposta por parte de fundos PGBLs e VGBLs subiu de 13% a 33% entre 2016 e 2019. Agora, especialistas preveem um ano e meio para o setor retomar ritmo pré-pandemia, mas creem que renda variável seja caminho sem volta na reserva de aposentadoria
Os fundos de previdência privada brasileiros quase triplicaram a proporção de ativos de risco em suas carteiras nos últimos três anos, antes da atual crise do coronavírus.
Esse incremento não foi suficiente para diminuir a preponderância da renda fixa no segmento, mas fez a fatia agressiva nas aplicações das entidades de previdência complementar aberta subir de cerca de 10% em 2016 para cerca de 33% em 2019.
Fonte: Valor Econômico, em 08.04.2020